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LIVRETO CELEBRATIVO | Missa de Posse Canônica do 4º bispo Diocesano de Minas

SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
De

POSSE CANÔNICA DO
BISPO DIOCESANO DE
MINAS



CATEDRAL DIOCESANA DE NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM
XVII.IX.MMXXVI

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CANTO DE ABERTURA

Logo em seguida inicia-se a procissão até a Catedral para a entrada Solene.

 RECEPÇÃO

Os Sinos dobram e o Bispo, de vestes corais, é recebido à porta da igreja catedral pelo Pároco e Cura da Catedral, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA

O Bispo adentra na igreja aspergindo o povo, enquanto canta-se um hino apropriado. 
 
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

Depois, convém que o Bispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 
 
PARAMENTAÇÃO

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, o Arcebispo e sacerdotes concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada.
 

RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
 
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O Arcebispo e os demais ministros fazem a inclinação ao altar. Em seguida, o Bispo e demais concelebrantes beijam o altar em sinal de veneração  e o Arcebispo incensa a cruz e o altar. Terminada a incensação, o Arcebispo dirige-se para a cátedra. 

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o Celebrante e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Em seguida, o Celebrante, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo
 
Após a saudação inicial, o Celebrante, em breves palavras, explica o significado do que se vai efetuar
 

 
LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

Bula de Nomeação | Diocese de Minas



BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

Ao venerável irmão Cardeal Jonathan Batista Godoy,
até então Vigário Geral para Diocese de Roma,
 nomeado Bispo Diocesano de Minas,
saudação e bênção apostólica.

A Igreja, Corpo de Cristo e povo peregrino neste mundo, é chamada a anunciar o Evangelho e a conduzir os seus filhos pelos caminhos da fé, da esperança e da caridade. Para o cuidado das Igrejas particulares, o Senhor continua a suscitar pastores que, configurados a Cristo Bom Pastor, sejam capazes de servir com sabedoria, zelo apostólico e coração paterno, conforme a palavra do Apóstolo Pedro: "Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado" (1Pd 5,2).

Tendo considerado as necessidades pastorais da Diocese de Minas, e desejando prover-lhe um pastor que possa conduzir o povo de Deus com prudência, firmeza e caridade, após madura reflexão e invocando o auxílio do Espírito Santo, nomeamos e constituímos o Nosso venerável irmão Cardeal Jonathan Batista Godoy, Bispo Diocesano de Minas, confiando-lhe o governo pastoral desta Igreja particular e todas as responsabilidades próprias do ministério episcopal.

Ao assumir esta nova missão, sereis chamado a ensinar, santificar e governar o povo que vos é confiado, fortalecendo a comunhão entre sacerdotes, religiosos, seminaristas e leigos, promovendo a vida sacramental e litúrgica, incentivando a formação cristã e renovando o ardor missionário das comunidades. Seja vosso guia a exortação de Cristo: "Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas" (Jo 10,11), para que vosso ministério seja marcado pela proximidade, pelo serviço e pela entrega generosa.

Confiamos particularmente à vossa solicitude os pobres, os enfermos, as famílias, os jovens e todos aqueles que se encontram afastados da comunidade eclesial, para que encontrem na Igreja um lugar de acolhimento, esperança e misericórdia. Que, unidos ao presbitério e ao povo fiel, possais construir uma Igreja cada vez mais missionária e sinodal, recordando as palavras do Apóstolo Paulo: "Tudo concorra para a edificação" (cf. 1Cor 14,26).

Confiando o vosso episcopado à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, e dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, pedimos que o Espírito Santo vos conceda sabedoria para discernir, coragem para anunciar a verdade e caridade para servir a todos. Que São José, Patrono da Igreja, vos acompanhe no cuidado do rebanho que hoje vos é confiado. Concedemos-vos, portanto, de coração, a Nossa Bênção Apostólica, extensiva ao clero e a todo o povo fiel da Diocese de Minas. 

Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die quarta mensis Septembris, bis millesimo vicesimo sexto, secundo Pontificatus Nostri.

BENEDICTUS PP. VIII

 

No fim, todos aclamam: 
℟.: Graças a Deus.

ENTREGA SIMBÓLICA DO BÁCULO E DA CÁTEDRA AO BISPO

Feito isto, o arcebispo entrega a cátedra e o Báculo ao Eleito, a partir deste momento, preside a Santa Missa, enquanto isso, canta-se.
 
ALOCUÇÃO DE SAUDAÇÃO AO BISPO
 
Se for costume, o Cura da Catedral ou um membro do colégio de consultores dirige uma saudação ao Bispo.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

GLORIA
 
Canta-se, em seguida, o hino Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos, graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém! 

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Bispo: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração coleta.
Deus eterno e todo-poderoso, que reunis o que está disperso e conservais o que está unido, velai sobre  o rebanho do vosso Filho.Que a integridade da fé e os laços da caridade unam os que foram consagrados por um só Batismo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.  
℟.: Amém


LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(1Cor 15,1-11)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos, quero lembrar-vos o evangelho que vos preguei e que recebestes, e no qual estais firmes. Por ele sois salvos, se o estais guardando tal qual ele vos foi pregado por mim. De outro modo, teríeis abraçado a fé em vão. Com efeito, transmiti-vos, em primeiro lugar, aquilo que eu mesmo tinha recebido, a saber: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras; que foi sepultado; que, ao terceiro dia, ressuscitou, segundo as Escrituras; e que apareceu a Cefas e, depois, aos Doze. Mais tarde, apareceu a mais de quinhentos irmãos, de uma vez. Destes, a maioria ainda vive e alguns já morreram. Depois, apareceu a Tiago e, depois, apareceu aos apóstolos todos juntos. Por último, apareceu também a mim, como a um abortivo.  Na verdade, eu sou o menor dos apóstolos, nem mereço o nome de apóstolo, porque persegui a Igreja de Deus. É pela graça de Deus que eu sou o que sou. Sua graça para comigo não foi estéril: a prova é que tenho trabalhado mais do que os outros apóstolos – não propriamente eu, mas a graça de Deus comigo. É isso, em resumo, o que eu e eles temos pregado e é isso o que crestes.
Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 117(118),1-2.16ab-17.28 (R. 1))

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!

—  Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! "Eterna é a sua misericórdia!" A casa de Israel agora o diga: "Eterna é a sua misericórdia!" ℟.

A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou, a mão direita do Senhor fez maravilhas!" Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor! ℟.

—  Vós sois meu Deus, eu vos bendigo e agradeço! Vós sois meu Deus, eu vos exalto com louvores!  ℟.


ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

Vinde a mim, todos vós que estais cansados, e descanso eu vos darei, diz o Senhor.

ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA,
ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio.

EVANGELHO
(Lc 7,36-50)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.:Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

℣.: Naquele tempo, um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa. Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume, e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume. Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: "Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora". Jesus disse então ao fariseu: "Simão, tenho uma coisa para te dizer". Simão respondeu: "Fala, mestre!" "Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro cinquenta. Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?" Simão respondeu: "Acho que é aquele ao qual perdoou mais". Jesus lhe disse: "Tu julgaste corretamente". Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: "Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos. Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. Por esta razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco mostra pouco amor". E Jesus disse à mulher: "Teus pecados estão perdoados". Então, os convidados começaram a pensar: "Quem é este que até perdoa pecados?" Mas Jesus disse à mulher: "Tua fé te salvou. Vai em paz!"
  
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor!

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.


PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Pres.: Professemos a nossa fé.
℟.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, 
Às palavras seguintes até e nasceu da Virgem Maria, todos se inclinam. 
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado. Desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição da carne; na vida eterna. Amém.

ORAÇÃO DOS FIÉIS

Bispo: Como Igreja Diocesana, unamos nosso coração numa só voz para suplicar ao Deus de bondade sua solicitude em nossas necessidades. Escutai-nos, Pai misericordioso, atendei-nos em  seu amor quando vos apresentamos nossas preces comunitárias:
℟.: Renovai-nos, Senhor, no vosso Espírito.


1. Escutai-nos, Deus de Amor, nesta prece que fazemos pela nossa Diocese de Minas; enviai o vosso Espírito para que sempre se mantenha o dinamismo de nossas ações missionárias e pastorais, e assim jamais seja interrompido o anúncio da salvação neste território diocesano, porção de vossa Igreja. Rezemos!

2. Escutai-nos, Deus de Misericórdia, nesta prece que fazemos por todos os fiéis desta Diocese: fortalecei-os na fé, no amor e na unidade, para que, como discípulos missionários, testemunhem o Evangelho em todos os ambientes da vida. Rezemos!

3. Escutai-nos, Deus Misericordioso, nesta prece que fazemos pelo nosso novo Bispo, Dom Jonathan Batista. Cardeal Godoy, que hoje assume a missão de Pastor desta Diocese: concedei-lhe força, coragem, determinação e espírito de discernimento na condução do vosso povo. Rezemos!

4. Escutai-nos, Deus Pai de bondade, nesta prece que fazemos pelo nosso Clero Diocesano: sustentai cada padre e diácono no vosso amor, fecundai o exercício do seu ministério com a graça necessária para perseverar na missão evangelizadora e enchei-os de ânimo para anunciar com alegria Jesus Cristo e o vosso Reino. Rezemos!

5. Escutai-nos, Deus de Amor, nesta prece que fazemos pelas vocações neste território diocesano: iluminai o coração da juventude para que saiba discernir e responder generosamente ao vosso chamado; fortalecei também os leigos e leigas, para que sejam testemunhas vivas de vossa presença no mundo. Rezemos!

Pres.: Atendei-nos em nossas súplicas e necessidades, Senhor. Socorrei-nos quando vos buscamos e com vosso generoso e constante auxílio possamos contar sempre com a vossa graça. Por Cristo, Senhor Nosso.
℟.: Amém.

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Senhor, pelo único sacrifício do vosso Filho, adquiristes para vós um povo de adoção filial; concedei-nos benigno, na vossa Igreja, os dons da unidade e da paz. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO
(A unidade do Corpo de Cristo, que é a Igreja)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.; Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre  e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Por ele nos conduzistes ao conhecimento da vossa verdade,  a fim de nos tornarmos  o seu Corpo, pelo vínculo da mesma  fé e do mesmo Batismo. Por ele derramastes sobre todas  as nações o vosso Espírito Santo, admirável artífice e fonte de unidade na diversidade dos dons, o qual habita nos filhos e filhas adotivos e enche  e governa toda a  Igreja. Por isso, unidos aos coros dos anjos, nós vos louvamos e cantamos (dizemos) alegres a uma só voz: 

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

Para recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, 
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI: 
ISTO É O MEU CORPO, 
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia, 
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: 
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, 
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, 
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS 
PARA REMISSÃO DOS PECADOS. 
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com o nosso Bispo Jonanthan Godoy, os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ. DAI-NOS A PAZ. SENHOR, A VOSSA PAZ.

Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.


COMUNHÃO

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Fazei, Senhor, que a sagrada comunhão dos vossos mistérios, sinal da nossa união convosco, realize a unidade da vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


ATA DA POSSE CANÔNICA
DOM JONATHAN BATISTA. CARDEAL GODOY
Prot. N.º 003/2026

 DIOCESE DE MINAS
CHANCELARIA DIOCESANA 


Minas, 17 de Setembro de 2026.

Aos que a esta nossa Ata virem ou
cuja leitura ouvirem ou cujo conhecimento
tomarem, saudação, paz e bênção no Senhor.

                              ATA DA POSSE CANÔNICA DO 4° BISPO DIOCESANO

Aos Dezesete dias do mês de Setembro do ano de dois mil e vinte e seis, às 21 horas, na Paróquia Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Boa Viagem, Sé Episcopal, sob a presidência de sua Excelência Reverendíssima Dom Luiz Fernando (Núncio Apostólico para o Brasil) na presença dos senhores bispos, dos sacerdotes do clero diocesano de Minas, demais sacerdotes convidados e incardinados a diversas dioceses de nossa comunidade, na presença também de diversos religiosos e religiosas, autoridades civis e militares e do povo de Deus, foi apresentado e empossado o 4º Bispo Diocesano de Minas, o Eminentíssimo e Reverendíssimo DOM JONANTHAN BATISTA. CARDEAL GODOY. No início da cerimônia, o Excelentíssimo Dom Luiz Fernando apresentou algumas palavras sobre o pastoreio do bispo em meio ao povo de Deus. Em seguida entregou o báculo ao novo bispo como símbolo do seu ministério pastoral, bem como deu a posse da cátedra ao novo bispo de onde presidirá toda a nossa comunidade eclesial diocesana. A recepção calorosa como de costume, tendo a recepção calorosa por parte do colégio dos consultores, dos membros do clero e das autoridades civis e militares de nossa diocese. Ao final da celebração o bispo empossado agradeceu a acolhida e carinho do clero, dos religiosos e do povo Mineiro. Nada mais tendo a tratar foi lavrada a presente ata que após lida será assinada pelo bispo empossado, por todos os Eminentíssimos cardeais, Excelentíssimos senhores bispos e o arcebispo o colégio dos consultores e todos os demais sacerdotes presentes, representantes dos fiéis leigos e da vida consagrada.

Dado e passado em Minas, aos Dezesete dias do mês de Setembro, do ano da graça do senhor de dois mil e vinte e seis, sobre as nossas armas e da chancelaria.

Subscrevido, arquivado: 17/09/2026.

_______________________________
 
BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Sac.: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, Dom Jonathan. cardeal Godoy, por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Santa Igreja de Minas, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Bento VIII, por nosso Bispo Cardeal Godoy e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.:  Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Pres.: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
 
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!


CANTO FINAL

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