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LIVRETO CELEBRATIVO | 19º Domingo do Tempo Comum - Posse Canônica e Envio do Clero para a JMJ 2026

SANTA MISSA DE POSSE CANÔNICA 
DO PE. MIGUEL ANTÔNIO
E ENVIO DO CLERO PARA A JMJ 
GUADAJARA - 2026
DIOCESE DE MINAS


19.07.2026
Paróquia Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem


RITOS INICIAIS

ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Sl 53,6.8)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Quem me protege e me ampara é meu Deus; é o Senhor quem sustenta minha vida. Quero ofertar-vos o meu sacrifício de coração e com muita alegria.

PROCISSÃO DE ENTRADA 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. 

Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:

Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

Em seguida, o Bispo, nesta primeira saudação, diz:
Bispo: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
Ass.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

LEITURA DA BULA

Em seguida, presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Bula de Nomeação

                                      

 PROVISÃO CANÔNICA PE. MIGUEL ANTÔNIO


Prot. N.º 001/2026
Livro de Tombo: 02 (Provisões)

DOM JÚLIO KAUÃ BREDA
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APÓSTOLICA
BISPO DIOCESANO DE MINAS 

———————————————

PROVISÃO CANÔNICA:
PÁROCO E CURA

"Pro eis ego sanctfico mepsum"
Minas Gerais, 08 de Julho de 2026. 


Aos que a esta nossa Provisão virem ou
cuja leitura ouvirem ou cujo conhecimento
tomarem, saudação, paz e bênção no Senhor.

Sendo de nosso interesse de pai e pastor da parcela do povo de Deus presente nesta episcopal Sé de Minas Gerais, confiada à nossa solicitude, não deixar comunidade alguma sem assistência espiritual, fazemos saber que, em virtude das necessidades materiais e espirituais do Paróquia Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Boa Viagem, igreja-mãe desta nossa Diocese,

Havemos por bem nomear, como de fato pela presente provisão nomeamos, o Revmo. Sr. Pe. Miguel Antônio para o ofício de Paroco e cura da Paróquia Catedral, com todos os direitos e deveres que o Código de Direito Canônico, nomeadamente os cânones 515 a 545, e as normas e diretrizes em vigor nesta nossa Diocese lhe conferem, por tempo indeterminado, até que esta Mitra Diocesana se manifeste em contrário.

Conforme o Cânone 519, exortamos-lhe que V. Revm.ª assume o dever de exercer o ministério de Profeta, Sacerdote e Pastor:

1. Como Profeta, deverá proclamar a Palavra de Deus com fidelidade e respeito, sem ferir ou ofender ninguém;

2. Como Sacerdote, é sua responsabilidade conduzir o povo na celebração dos sacramentos, com especial atenção à Santa Eucaristia;

3. Como Pastor, deverá acolher a todos com gentileza, confortando os que sofrem e oferecendo apoio espiritual aos fiéis.

O Cura é o responsável pelos bens móveis e imóveis da sua comunidade catedrática, que deverá administrar conscienciosamente, auxiliado pelo conselho administrativo e seus Vigários Catedrático, sob a direção deste Bispado, seguindo rigorosamente a legislação civil e as normas Diocesanas vigentes. Esta provisão não lhe confere poderes para remover, inserir ou alterar bens móveis ou imóveis da Catedral.

Por fim, recomendamos vivamente ao novo cura que, no exercício deste múnus pastoral, procure cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o bom e reto zelo sacerdotal. Como cooperador nosso, muito lhe pedimos que ajude os fiéis a constituírem uma comunidade que acolha a todos, que seja missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja Diocesana e Universal.

Cuide-se que esta provisão seja lida na solene concelebração Eucarística de posse e transcrita integralmente no Livro do Tombo da Paróquia Catedral.

A intercessão de Nossa Senhora da Boa Viagem e São José, patronos de nossa Diocese, faça descer copiosas bênçãos sobre o novo Cura e sua comunidade.

Dado e passado na episcopal cidade de Minas, em nossa Mitra episcopal, aos Oito dias do mês de Julho do Ano da graça do Senhor de 2026, sob nosso sinal e selo de nossas armas.

Dom Júlio Kauã Breda
Bispo Diocesano de Minas

Dom João Pedro dos Passos 
Bispo Auxiliar de Minas
Chanceler Ad Tempore

Ao fim da leitura da Bula, todos dizem: 
Ass.: Graças a Deus.

ATO PENITENCIAL

O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Pres.: No dia em que celebramos a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e ressurgir para uma vida nova. Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados:

Todos: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa, E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Ass: Amém.

Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kyrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:

Pres.: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kyrie, eléison.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kyrie, eléison.

Pres.: Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.
Ass.: Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kyrie, eléison.
Ass.: Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kyrie, eléison.

HINO DE LOUVOR

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:

Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém! 

ORAÇÃO DA COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração da Coleta:
Senhor, sede propício a vossos fiéis, e, benigno, multiplicai neles os dons da vossa graça, para que, fervorosos na fé, esperança e caridade, perseverem sempre vigilantes na observância dos vossos mandamentos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(Sb 12, 13.16-19)

O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. 
Leitor: Leitura do Livro da Sabedoria
Não há, além de ti, outro Deus que cuide de todas as coisas e a quem devas mostrar que teu julgamento não foi injusto. A tua força é princípio da tua justiça, e o teu domínio sobre todos te faz para com todos indulgente. Mostras a tua força a quem não crê na perfeição do teu poder; e nos que te conhecem, castigas o seu atrevimento. No entanto, dominando tua própria força, julgas com clemência e nos governas com grande consideração: pois quando quiseres, está ao teu alcance fazer uso do teu poder. Assim procedendo, ensinaste ao teu povo que o justo deve ser humano; e a teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 85, 5-6.9-10.15-16a (R. 5a))

O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.

℟. Ó Senhor, vós sois bom, sois clemente e fiel!

— Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. Escutai, ó Senhor, minha prece, o lamento da minha oração! ℟.

— As nações que criastes virão adorar e louvar vosso nome. Sois tão grande e fazeis maravilhas: vós somente sois Deus e Senhor. ℟.

— Vós, porém, sois clemente e fiel, sois amor, paciência e perdão. Tende pena e olhai para mim! Confirmai com vigor vosso servo. ℟.


SEGUNDA LEITURA
(Rm 8, 26-27)

Se houver uma segunda leitura, o leitor a proclama do ambão.
Leitor: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos
Irmãos: O Espírito vem em socorro da nossa fraqueza. Pois nós não sabemos o que pedir, nem como pedir; é o próprio Espírito que intercede em nosso favor, com gemidos inefáveis. E aquele que penetra o íntimo dos corações sabe qual é a intenção do Espírito. Pois é sempre segundo Deus que o Espírito intercede em favor dos santos.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico
exige.

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Eu te louvo, ó Pai Santo, Deus do céu, Senhor da terra: os mistérios do teu Reino aos pequenos, Pai, revelas!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. 


ENTREGA DO LIVRO DOS EVANGELHOS


Terminada a segunda leitura (ou o Salmo Responsorial), o novo Pároco se coloca de joelhos diante do bispo. O Diácono que entrou com o Livro dos Evangelhos toma solenemente o Livro que está sobre o altar e o entrega ao bispo. 


Observação: Na missa de posse paroquial o diácono NÃO proclama o Evangelho como de costume, a proclamação é feita pelo próprio pároco. 


O bispo entrega o Livro dos Evangelhos ao novo Pároco, dizendo:

Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que crês e procura realizar o que ensinais.


O Paróco, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Sac.: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O Paróco faz o sinal da cruz e responde: 
Sac.: Amém.

EVANGELHO
(Mt 13, 24-43)

O sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Sac.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote diz: 
Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca
e no peito.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Naquele tempo: Jesus contou outra parábola à multidão: "O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: 'Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?' O dono respondeu: 'Foi algum inimigo que fez isso'. Os empregados lhe perguntaram: 'Queres que vamos arrancar o joio?' O dono respondeu: 'Não! pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!'" Jesus contou-lhes outra parábola: "O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos". Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: "O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado". Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: "Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo". Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: "Explica-nos a parábola do joio!" Jesus respondeu: "Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará os seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça".
Sac.: Palavra da Salvação.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

HOMILIA

Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em
todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.

Terminada a homilia, é recomendável que o novo pároco renove suas promessas que fez na ordenação, respondendo às perguntas do Bispo.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS

Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo no, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?

Pároco: Quero.

Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?

Pároco: Quero.

Pres.:
Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade?

Pároco: Quero.

Pres.: Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero, com a graça de Deus.

O Bispo diocesano:  
Pres.:
Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?

Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais á perfeição.

O Pároco então professa sua fé.
Pároco:
Eu Padre Miguel Antônio 
creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra,  de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz,  Deus verdadeiro de Deus verdadeiro,  gerado, não criado, consubstancial ao Pai.  Por ele todas as coisas foram feitas.  E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo,  no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado.  Ressuscitou ao terceiro dia,  conforme as Escrituras,  e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir,  em sua glória, para julgar os vivos e os mortos;  e o seu reino não terá fim.  Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho;  e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.

Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.

Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.

Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

O novo pároco impondo sua mão direita sobre o evangelhiario, diz:
Eu, Padre Miguel Antônio ao assumir o Ofício de Paróco e Cura da Paróquia Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem
na Diocese de Minas, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento.

Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício.

Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas.

Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico.

Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja.

Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

Em seguida, se for oportuno, pode organizar-se uma procissão através da igreja, com turiferário, cruz e velas.
Nesta, o Bispo, à medida que vão andando vai entregando ao pároco os locais que virão a ser consagrados pelo seu ministro. 
Sede do presidente, capela do Santíssimo, batistério e confessionário. 
Pode também convidar o pároco a abrir a porta do sacrário e a incensar o Santíssimo. Pode, também, fazer a incensação do batistério. Além disso, se for fácil, poderá convidar o pároco a tocar o sino.

Enquanto isso, canta-se um canto apropriado.

Entrega das Chaves da Igreja

Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro. 

Entrega da Capela do Santíssimo

Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

O paróco faz uma oração no sacrário e logo após se oportuno, incensa o santíssimo

Entrega do Batistério

Pres.: Recebe os instrumentos para o Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis. 

Entrega do Confessionário

Pres.: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

O paróco recebe a estola roxa, coloca sobre a casula, e senta no confessionário

Em seguida, o Bispo Declara empossado o novo Pároco.
Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.

ORAÇÃO DA COMUNIDADE
PELA JMJ GUADALAJARA 2026

Utilize-se esta fórmula ao término da homilia, pedindo para que a JMJ produza os frutos esperados. O sacerdote convida os fiéis à oração com a monição. Em seguida, o próprio sacerdote ou outro ministro profere as intenções.

Pres.: Irmãos, elevemos as nossas súplicas a Deus Pai, que chama todos os homens a seguir o seu Filho, Jesus Cristo, e a construir uma Igreja jovem, santa e missionária. Rezemos com fé:
℟.:
Escutai-nos, Senhor.

- Pela Santa Igreja, para que, guiada pelo Espírito Santo, anuncie com coragem o Evangelho a todos os povos e encontre nos jovens um testemunho vivo de esperança e santidade. Rezemos ao Senhor.

- Pelo nosso Santo Padre Bento, pelos bispos, presbíteros, diáconos e por todos os ministros da Igreja, para que, fortalecidos pela graça de Deus, conduzam o Povo Santo com sabedoria, fidelidade e caridade pastoral. Rezemos ao Senhor.

- Por todos os que participarão da Jornada Mundial da Juventude, que será celebrada em Guadalajara, para que este encontro fortaleça a sua fé, aprofunde a comunhão entre eles e os impulsione a serem autênticos discípulos missionários de Jesus Cristo. Rezemos ao Senhor.

- Pelos jovens que procuram discernir a vontade de Deus, para que, ouvindo a voz do Bom Pastor, respondam generosamente à vocação para a qual foram chamados, seja no sacerdócio, na vida consagrada, no matrimônio ou na vocação laical comprometida. Rezemos ao Senhor.

- Por aqueles que servem na evangelização através dos diversos ministérios, pastorais e movimentos da nossa comunidade, para que o Senhor fortaleça a sua entrega e torne fecundo o seu trabalho apostólico. Rezemos ao Senhor.

- Pelos jovens que vivem afastados da fé e por aqueles que atravessam momentos de tristeza, solidão ou desânimo, para que encontrem em Cristo o sentido da sua vida e, na Igreja, uma família que os acolha com amor. Rezemos ao Senhor.

- Pela nossa comunidade católica, para que esta Jornada Mundial da Juventude marque um novo impulso evangelizador, fortaleça a unidade entre as nossas arquidioceses, dioceses e paróquias, e faça florescer abundantes e santas vocações para o serviço do Reino de Deus. Rezemos ao Senhor.

Pres.: Pai bondoso, escutai as orações que Vos apresentamos com fé e concedei-nos perseverar sempre no seguimento do vosso Filho, para que, fortalecidos pelo Espírito Santo, sejamos construtores do vosso Reino. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o
corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho
para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a
um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: 
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar,
diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal. 
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação: 
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro
incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos
e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:  
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres.: Ó Deus, no único sacrifício da cruz levastes à plenitude os diversos sacrifícios da antiga lei. Aceitai esta oblação das mãos dos vossos fiéis e santificai-a, com a mesma bênção que destes à oferta de Abel, a fim de que sirva para a salvação de todos o que cada um trouxe em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO 
Prefácio dos Domingos do Tempo Comum VIII
A Igreja Reunida na Unidade da Santíssima Trindade

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:  
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
O povo:  
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
O povo:  
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Pois pelo sangue do vosso Filho e pela força do Espírito, quisestes congregar de novo os filhos dispersos pelo pecado, para que a Igreja, povo reunido na unidade da Trindade, seja reconhecida como corpo de Cristo e templo do Espírito Santo, para o louvor da vossa imensa sabedoria. Por isso, unidos aos coros dos Anjos,  nós vos louvamos e cantamos (dizemos) alegres a uma só voz:

SANTO

Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO,
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade. 
une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, 
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E COMEI: 
ISTO É O MEU CORPO, 
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:
TOMAI, TODOS, E BEBEI: 
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, 
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, 
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, 
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
Ass.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Bento, com o nosso bispo Júlio Kauã Breda, o seu auxiliar João Pedroos bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo. 
A assembleia aclama:
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, a senhora da Boa Viagem, São José, seu esposo, os Apóstolos, e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác.: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.

E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros. 

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que, cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue dos meus pecados e de todo o mal; dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
TENDE PIEDADE!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO
DAI-NOS A PAZ! DAI-NOS A PAZ!

Ou, para recitação:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Eu sou o Pão vivo, que desceu do céu; se alguém come deste Pão, viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Pres.: Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Pres.: Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Ap 3,20)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

Eis que estou à porta e bato, diz o Senhor; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição, eu com ele e ele comigo.
 
COMUNHÃO

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
V.: O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:
R.: Amém.
E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice. Enquanto se faz a purificação, o sacerdote ou um diácono reza em silêncio.
Diác. ou Sac.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz
de mãos unidas:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nós vos pedimos, Senhor misericordioso, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga para a nova vida aqueles que iniciastes nos mistérios do céu. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo.

LEITURA DA ATA

Em seguida, presbítero designado, ou um diácono, realiza a leitura da Ata de Posse

ATA DA POSSE CANÔNICA


Prot. N.º 003/2026
Livro de Tombo: 03 (Atas)

CÚRIA DIOCESANA DE MINAS
CHANCELARIA DIOCESANA 

———————————————

ATA:
MISSA DE POSSE CANÔNICA
DO PADRE MIGUEL ANTÔNIO E
APRESENTAÇÃO DOS VIGÁRIOS PAROQUIAIS

Minas Gerais, 19 de Julho de 2026. 

A todos quanto lerem este Ata ou dele tomarem 
conhecimento, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e de Cristo nosso Salvador.


Ao déscimo nono dia do mês de Julho do Ano Santo Jubilar Franciscano de dois mil e vinte e seis, às 14 horas e 30 minutos, sob a presidência do Excelêntíssimo Dom Júlio Kauã Breda, tomou posse, como Pároco e Cura, da Paróquia Catedral de Nossa Senhora da Boa Viagem o Reverendíssimo Padre Miguel Antônio, nomeado aos oito dias do mês de Julho, conforme provisão expedida pela Cúria Diocesana de MInas, pelo Excelentíssimo Dom Júlio Kauã Breda, por tempo indeterminado, conforme as prescrições do Direito Canônico, c. 522. 

Após a saudação inicial da celebração, um ministro fez a leitura do documento de nomeação; seguiu-se a Liturgia da Palavra. Na aclamação ao evangelho recebeu das mãos do celebrante o Evangeliário e proclamou o evangelho, lembrando que uma das funções do padre é o anúncio da Palavra.

Na homilia o bispo recordou as funções do padre na paróquia e dos fieis da paróquia para com o padre. Após a homilia, o Padre Miguel Antônio renovou as Promessas Sacerdotais; o celebrante lhe entregou as chaves do sacrário e se dirigiram para a Capela do Santíssimo para um breve momento de adoração; em seguida prestou a Profissão de Fé e o Juramento de Fidelidade e o celebrante o declarou empossado como pároco da referida paróquia.  A celebração seguiu de acordo com o rito da Santa Missa.

Após a oração depois da comunhão, a Comunidade Paroquial proferiu a mensagem de acolhida ao novo Pároco e Cura, Pe. Miguel Antônio e em seguida dirigiu suas palavras de pastor à Comunidade que lhe foi confiada ao pastoreio. O  celebrante agradeceu a participação de todos, agradeceu aos padres presentes, sinal da comunhão sacerdotal, e proferiu a bênção sobre todos os fiéis. 

Concelebraram a Santa Celebração Eucarística os reverendos sacerdotes presentes bem como uma grande parcela do povo de Deus. E, para perpétua memória, foi redigida esta presente ata que será assinada por mim, Pe. Danilo Weberthy desta cúria, pelo Diocesano, Dom Júlio, por Dom João Pedro, seu auxíliar, pelo Sacerdote Miguel Antônio e por todos os presentes. Será este documento lido, lavrado e incorporado aos arquivos da Cúria diocesana, desta chancelaria.


Pe. Danilo Weberthy
Chanceler Diocesano



Assinatura dos Presentes:

Júlio Kauã Breda
Bispo Diocesano de Minas

João Pedro dos Passos 
Bispo Auxiliar de Minas

Ao fim da leitura da Ata de Posse, todos dizem: 
Ass.: Graças a Deus.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO DE ENVIO


Pres.: Irmãos: Ao iniciarmos esta santa peregrinação rumo a JMJ 2026, convém recordar a intenção que nos levou a participar nela. Os locais que desejamos visitar dão testemunho da devoção do povo de Deus, que aí acorre em grande número, para de lá voltar fortalecido na profissão da sua fé e na prática dili gente da caridade. Mas também nós, peregrinos, devemos levar alguma coisa aos fiéis que lá vivem: o exemplo da nossa fé, esperança e cari dade, para que todos, os que moram naquele local e os que vão de fora, nos edifiquemos mutuamente.

V. O nosso auxílio está no nome do Senhor.
R. Que fez o céu e a terra.

Pres.: OREMOS: Deus eterno e onipotente, que fizestes sair Abraão da sua terra e da sua casa paterna e o guardastes são e salvo pelos caminhos da sua peregrinação, protegei-nos também a nós, vossos servos. Sede o nosso auxílio na preparação da viagem,
nosso companheiro e conforto no caminho e nossa protecção nas dificuldades, de modo que, guiados por Vós, façamos boa viagem até ao lugar desejado
e possamos voltar em boa hora aos nossos lares.
Por Cristo Nosso Senhor, Pai e Filho † e Espírito Santo.

Então o sacerdote aspergeos que estão presentes 

BÊNÇÃO FINAL

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O celebrante diz:
Bispo:
Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.

O celebrante diz:
Bispo:
Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.

E abençoa todo o povo, acrescentando: 
Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
Ass.: Amém.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Diác. ou Pres.: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe!
O povo responde:
Ass.: Graças a Deus.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.

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